Archive | Dezembro 2013

Antes… e agora…

Antes...

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Agora...
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Livros na estante – ‘Mau tempo no Canal’

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«Creio que o isolamento de cada ilha açoreana dá lugar à constante presença de um fantástico individual, que percorre de um modo exemplar o romance de Nemésio, desde a personagem mais singela até à de maior complexidade. Fantástico individual que está em luta aberta contra um maravilhoso coletivo. Assistimos a um descer dentro de cada um, como se dentro de si pisassem os degraus da escada em curva – perfeita sucessão de serpentes cegas – que levam, na geografia insular, ao lago subterrâneo da ilha Graciosa; a única das cinco ilhas centrais que as páginas de Mau Tempo no Canal não contemplam.»

Do prefácio de João Miguel Fernandes Jorge.

Dicas para amar a leitura

Confira 8 dicas para encorajar os seus alunos a amarem a leitura:

1. Crie um lugar confortável para que eles possam ler;
2. Converse com os estudantes sobre o livro durante e após a leitura;
3. Se o aluno tiver um autor favorito, encoraje-o a conhecer a sua obra completa;
4. Leve os estudantes para a biblioteca da escola e incentive a requisição de livros semanalmente;
5. Utilize livros ilustrados, como banda-desenhada;
6. Use a tecnologia a seu favor por meio de e-books e livros em PDF;
7. Invente pequenos prémios para os alunos que cumprirem as metas de leitura;
8. Procure livros que foram transformados em filme e promova atividades que comparem as duas formas de contar a história.

http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2013/12/09/1068806/8-dicas-encorajar-os-seus-alunos-amarem-leitura.html

Escritor do mês

Vitorino Nemésio

Vitorino Nemésio

Vitorino Nemésio Mendes Pinheiro da Silva nasceu nos Açores,( ilha Terceira), a 19 de Dezembro de 1901 e faleceu em Lisboa a 20 de Fevereiro de 1978. Foi um poeta, escritor e intelectual que se destacou como romancista, autor de ‘Mau Tempo no Canal’, e professor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Em 1916 fundou a revista Literária «Estrela d’Alva» .

Já não escreverei romances
Nem contos da fada e o rei.
Vão-se-me todas as chances
De grande escritor. Parei.
Mas na chispa do verso,
Com Marga a aquecer-me,
Já não serei disperso
Nem poderei perder-me.
Tudo nela é verbo e vida;
Xale, cílio, tosse, joelho,
Tudo respinga e acalma.
Passo, óculos, nada é velho:
Quase corpo, menos que alma.
Já não lavrarei novelas,
Ultrapassado de ficto:
A vida dá-me janelas
A toda a extensão do dicto.
Mas sem elas, mas sem elas
(As suas mãos) fico aflito.

Vitorino Nemésio, in “Caderno de Caligraphia e outros Poemas a Marga”

Os folhetos sobre o escritor/poeta do mês encontram-se na biblioteca, como é habitual.

Dia Internacional dos Direitos Humanos

A data visa homenagear o empenho e dedicação de todos os cidadãos defensores dos direitos humanos e pôr um fim a todos os tipos de discriminação, promovendo a igualdade entre todos os cidadãos.

A celebração da data foi escolhida para honrar o dia em que a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou, a 10 de Dezembro de 1948, a Declaração Universal dos Direitos do Homem.

A Declaração Universal dos Direitos do Homem enumera os direitos humanos básicos que devem assistir a todos os cidadãos.

A noção de direitos humanos tem-se afirmado, na segunda metade do século XX, como um dos conceitos políticos basilares. Contudo, e apesar de todos os estados-membros da ONU serem signatários da Declaração, muitos são os que, alegada ou comprovadamente, continuam a não respeitar os seus princípios.

Muitas foram as personalidades que lutaram ao longo do século XX para que esses direitos básicos fossem aceites em suas comunidades.
Hoje cumpre-nos prestar o nosso tributo a Nelson Mandela, no dia em que a África do Sul presta a última homenagem ao seu grande líder.

Nelson Mandela

Nelson Mandela